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Lideranças do Democratas comentam o fechamento da Ford no Brasil

Lideranças do Democratas lamentaram nesta segunda-feira, 11, o anúncio do fechamento das fábricas da Ford no Brasil. Para o presidente do Democratas, ACM Neto a decisão trará um prejuízo incalculável para a economia do país e para a vida de milhares de famílias. O ex-prefeito de Salvador lembrou que em Camaçari (BA), a montadora empregava milhares de pessoas.

“Em Camaçari, onde o complexo funcionava desde 2001, quando o senador ACM travou uma luta política para instalar a fábrica no estado, a montadora empregava mais de 5 mil pessoas. Notícia triste para o Brasil, para a Bahia e, principalmente, para os trabalhadores”, disse em uma rede social.

O prefeito da cidade da Camaçari, Elinaldo (Democratas) declarou que a prefeitura vai dar apoio aos empregados da empresa e fazer tudo que estiver ao alcance para reduzir o impacto para os trabalhadores afetados e suas famílias. Elinaldo disse que a prefeitura vai intensificar diálogos com outras empresas para que se instalem na região e criem empregos e oportunidades.

O deputado Juscelino Filho (MA) lamentou o fechamento das fábricas e disse que a saida da Ford do país reforça a a importância da aprovação de reformas estruturantes. “Segundo a Ford, decisão faz parte do processo de reestruturação global. Mas o fato reforça, sim, a necessidade de reformas estruturantes, a exemplo da tributária, e da modernização do Estado. São medidas essenciais para retomarmos o crescimento econômico e social”, disse pelo Twitter.

Também pelo Twitter, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (Democratas-RJ) afirmou que a decisão da Ford de encerrar a produção de veículos em suas fábricas no Brasil é uma demonstração da falta de credibilidade do governo.

Para Maia, faltam regras claras, de segurança jurídica e de um sistema tributário racional. Ele disse ainda esperar que a decisão da Ford alerte o governo e o parlamento para avançar na modernização do estado e na garantia da segurança jurídica para o capital privado no País.

“O sistema que temos se tornou um manicômio nos últimos anos, que tem impacto direto na produtividade das empresas”, completou.